O que comprar agora no Tesouro Direto?

Com um cenário macroeconômico ainda desafiador com relação ao quadro fiscal, apesar das expectativas mais otimistas, a equipe de análise do Bradesco BBI prefere indicar uma exposição ao Tesouro Direto que proteja o investidor no curto prazo, mostra um relatório enviado a clientes.

“A volatilidade dos títulos públicos neste ano está atrelada essencialmente ao cenário fiscal (reforma da Previdência), principalmente com relação aos títulos prefixados”, argumenta o documento.

Além disso, no exterior, a possível desaceleração da economia global, bem como a expectativa com relação a tendência dos juros dos EUA continuam sendo os principais fatores impactando os vencimentos mais longos.

“Neste contexto, para o portfólio deste mês (próximos 30 dias), dada a esperada maior volatilidade ao longo do ano, continuamos mantendo uma carteira mais conservadora”, indica.

O Bradesco sugere a exposição de 75% da carteira em títulos indexados à inflação com vencimento em 2024. É o mais curto disponível para compra.

A ideia é dar proteção na inflação no médio prazo, além de obter um juro real atrativo.

O restante (25%) pode ser aplicado em Tesouro Selic.

“Reiteramos que a nossa sugestão é manter o título até o vencimento, sendo que se não for essa a estratégia de investimento, a alocação somente em Tesouro Selic deve ser analisada”, conclui.

Fonte: moneytimes | 20/02/2019

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